Sempre há tempo de reescrever a nossa história…

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A natureza fisiológica humana nos ensina sobre o poder de se reinventar como por exemplo, através do fluxo sanguíneo que corre nas nossas veias e ao encontrar obstáculos que dificultam a sua circulação o sangue se direciona a  outras ramificações e assim criam novas passagens para seguir o fluxo da vida. Quando estamos em situação de conflito diante de algum obstáculo, podemos escolher viver na dor, no sofrimento e no vitimísmo ou podemos utilizar tudo para aprimorar nossa percepção do mundo.

Os momentos de conflitos geram incômodos que levam a todos os tipos de crise, mas essas crises podem se tornar fortes aliadas capazes de sinalizar que algo em nós precisa mudar. A origem da palavra “crise” é formado pela junção dos vocábulos “perigo” e   “oportunidade”. No entanto é muito comum relacionar a crise com perspectivas negativas, contudo a visão chinesa sustenta que os momentos críticos são ápices para grandes decisões. Portanto crises são ensejos para transformações.

É você quem determina o porque e o para quê dos acontecimentos.

O “para que” de um estado de doença física, pode ser o impulso para transformar um corpo doente em um corpo saudável e uma mente consciente.

Se você está se perguntando como isso pode ocorrer, a chave está em aceitar em primeiro lugar, aceitar o estado de doença, e então observar para quê essa a doença ocorreu no seu corpo, mesmo que a doença ainda se faça presente fisicamente. É importante agir proativamente para criar a melhor solução e caminhar para  se curar, não só da doença ou dos sintomas, mas daquilo que causou a doença.

Nessa jornada de auto cura é necessário praticar a abdicação, deixar ir tudo aquilo que machuca. Principalmente o apego à algo ou alguém. Mas para isso é importante a determinação que pode ser bem apoiada quando conhecemos o propósito do nosso coração.

O filosófo dinamarquês Soren Kierkegaard (1813-1855) acreditava que todas as escolhas possuem riscos, e ao arriscar-se você poderá perder algo, mas ao não se arriscar, poderá perder sua vida por completo.

Mas até a morte de fato  acontecer você pode viver uma vida se distanciando cada vez mais de você, para caber no mundo das outras pessoas, das situações e circunstâncias, e isso pode te adoecer.

Nietzsche afirmou que é a partir do enfrentamento do sofrimento que o homem pode recriar, se reinventar.

Nesse momentoa verdade tende a se revelar, ela se torna maior que o medo que o tornava incapaz de se expressar.

Você vai querer viver o que acredita, o que sonha.

Então até que ponto vale a pena você  ceder teus sonhos, ceder o que você acredita?

Quando você quer se reconquistar, algo tem que mudar, seja interno ou externo, tem que dizer adeus as vezes, mesmo quando há amor, para seguir um caminho que acreditamos e por mais triste que seja, esse é o preço da liberdade de ser quem somos!

Colaboração:

Vanessa Moreira

Especialista em Análise do Sangue Vivo, Biomédica, Terapeuta Holística & Palestrante. Ministra palestras e faz atendimentos no Brasil e nos EUA. Autora do livro digital: Abuso Psicológico & O Impacto na Saúde da Mulher. Site: www.keyoflife.com.br. Facebook e Instagram: dravanessakeyoflife Email: contato@keyoflife.com.br. Informações pelo telefone: 954. 295- 3178.